| S | T | Q | Q | S | S | D |
|---|---|---|---|---|---|---|
| 1 | 2 | 3 | 4 | |||
| 5 | 6 | 7 | 8 | 9 | 10 | 11 |
| 12 | 13 | 14 | 15 | 16 | 17 | 18 |
| 19 | 20 | 21 | 22 | 23 | 24 | 25 |
| 26 | 27 | 28 | 29 | 30 | 31 |
Será um sinal?
Entrei hoje no blog do Carpinejar. Obviamente me fez rir e me emocionar em menos de um minuto. Mas o que realmente me impressionou foi que os dois posts que acessei - e em datas bem diferentes - falavam de beijos.
O primeiro, dizia assim:
Uma noite chuvosa, correndo de mãos dadas para chegar em casa, tentei o beijo, emparedei sua cintura debaixo da marquise e ela escapou o rosto. Meu primeiro beijo foi um não-beijo. A chuva me impediu de chorar.
O segundo, outra coisa:
Meus primeiros beijos foram no cinema. Nervoso entre oferecer a bala ou os lábios, nervoso de segurar suas coxas ou ler as legendas. Meio de lado, meio de frente, inclinado para os dois caminhos. Na primeira tentativa, ela negava. Na segunda, ela negava. Na terceira, a dúvida já nos unia.
Mas eu gostei foi mesmo disso:
Quando sou feliz, preciso me repartir. Escorar-me no rumor de água. Preciso de uma mão mais do que o braço da poltrona.
E pretendo beijar muito hoje!